Telemedicina: o que é e quais são as tendências?

Toda inovação em uma determinada área traz avanços significativos para o setor, certo? Porém, é necessário cautela na hora de adotá-la, principalmente quando o assunto é saúde. E é isso o que tem acontecido com a telemedicina, um modelo de assistência médica que visa o atendimento a distância sendo mediado por plataformas tecnológicas. Como as polêmicas ao redor do tema são inúmeras, a Desaperta criou um guia com informações sólidas para você entender a fundo essa estratégia, além de suas tendências para os próximos anos. 

Que a tecnologia chegou para ficar não é mais novidade. No entanto, utilizá-la na prática de profissões que antes eram exclusivamente presenciais tem dividido opiniões de especialistas e de pacientes. O motivo? Um grande receio de que a população perca o hábito realizar consultas da maneira tradicional, em que o médico pode examinar e auxiliar os enfermos com mais precisão.

De fato o perigo existe, mas a melhor forma de evitá-lo e aproveitar realmente os benefícios que a telemedicina pode oferecer é conhecendo bem o método e conscientizando a população sobre a forma correta de cuidar da saúde. Quer entender mais? Então, veja a seguir o que já se aplica do recurso e quais são as expectativas e tendências para 2019 e 2020.

O surgimento da telemedicina e as suas novas tendências

Graças a simultaneidade da internet e a troca de informações, a telemedicina surgiu com o intuito de facilitar o exercício da medicina, tanto no que diz respeito ao atendimento de pacientes quanto para a divulgação de pesquisas e de novas descobertas na área da saúde entre os profissionais do ramo.

Na prática, a estratégia permite que o médico utilize um conjunto de recursos tecnológicos disponíveis para atender aqueles enfermos que se encontram em regiões de difícil acesso ou que estejam em uma unidade de saúde que não conta com profissionais de diferentes especialidades em tempo integral, por exemplo.

A ideia é que existam softwares que reúnam online todas as funções dos especialistas da saúde, e as principais tendências do recurso no Brasil para 2019 inclui atividades como:

  • Monitoramento 2.0: dar suporte e fazer o acompanhamento à distância de pacientes já diagnosticados;
  • Leitura de exames: compartilhamento de resultados e elaboração de laudos das análises por diferentes profissionais;
  • Troca de informações médicas: permite que especialistas — mesmo estando a quilômetros de distâncias — discutam casos e até mesmo possam realizar um procedimento de urgência;

É importante frisar que tudo isso deve estar regulamentado para assegurar o bem-estar de ambas as partes, e é sobre as legislações e exigências que falaremos abaixo.

O que a lei diz sobre

Em fevereiro deste ano foi divulgada a regulamentação da telemedicina pelo Conselho Federal de Medicina, que estabeleceu os critérios e as normas para o exercício da profissão a distância utilizando ferramentas inteligentes. No entanto, o regime foi anulado a pedido de outras entidades da área da saúde, que se sentiram limitadas e prejudicadas pela medida.

Nos Estados Unidos, a telemedicina já é realidade em diversos consultórios, clínicas e hospitais. E isso se dá por conta da facilidade do país em ter acesso às últimas inovações e softwares. Por outro lado, a expansão da medicina aliada a recursos tecnológicos exigiu a criação do ATA — American Telemedicine Association (ATA)  — para normalizar o uso da técnica.

Como adotar a telemedicina nos seus atendimentos

Ainda que não existam leis específicas para a telemedicina em território nacional, não há impedimentos para aplicá-la na rotina médica. No entanto, é necessário ter o dobro de cautela para que os pacientes realmente entendam o conceito de usar as tecnologias para facilitar o acompanhamento e tratamento de determinados casos sem substituir as consultas presenciais.

Como citamos acima, dentre as possibilidades em 2019 está o monitoramento de pessoas, a interpretação de exames e as videoconferências entre especialistas do setor. Todas essas tarefas já podem ser realizadas utilizando as plataformas atuais de troca de mensagens e chamadas online, mas a expectativa para 2020 é realmente a implantação de um software exclusivo no país.

E mesmo com a telemedicina, as clínicas médicas e os consultórios físicos são imprescindíveis. Por isso, a Desaperta sempre terá as melhores opções para você alugar o imóvel ideal para atender os seus pacientes.

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